

"Aceita Que Dói Menos": A Revista à Portuguesa Mais Viva do que Nunca!
Estive em Estremoz na estreia, no passado dia 25 de janeiro, pelas 15h, no Teatro Bernardim Ribeiro, e o que presenciei foi uma celebração autêntica da identidade lusa. Assistir às "Velhas Gaiteiras" da Academia Sénior de Estremoz é muito mais do que um momento de lazer; é testemunhar a resistência cultural de um coletivo que, com maestria e uma jovialidade contagiante, mantém viva a chama da sátira social. Sob a encenação de Marisa e António Serrano, o espectáculo apresenta-
23 de mar.2 min de leitura


Cinco Séculos depois: A Barca que o Tempo não Afunda.
Figura: Divulgação CENDREV, Escola da Noite, 2026. Assistir a Embarcação do Inferno é mergulhar numa lição de perenidade teatral. Esta coprodução entre o CENDREV e A Escola da Noite, sob a encenação de António Augusto Barros e José Russo, constitui um espectáculo que merece todos os prémios do teatro português. É algo grandioso para a contemporaneidade: uma dramaturgia com mais de 500 anos que ainda encerra reflexões atemporais, aqui ressignificadas por um colectivo que o exe
23 de mar.3 min de leitura


Máscaras, Vozes e Estilhaços: Um Encontro com Müller no Cineteatro Curvo Semedo.
No Cineteatro Curvo Semedo, em Montemor-o-Novo, o ar parecia carregar o peso de três décadas de ausência e a urgência de uma memória que se recusa a ser estática. Assistir a Vidro Pantera – Estilhaços de Heiner Müller, no âmbito da Festa do Teatro, revelou-se muito mais do que uma mera efeméride pelos trinta anos da morte do dramaturgo alemão. A cocriação entre a Alma d'Arame e o Teatro de Ferro propõe uma arqueologia poética que não tenta colar os fragmentos de Müller, mas s
13 de mar.3 min de leitura


A Barca que Atravessa Séculos e que atracou no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz.
No passado dia 7 de março, o palco do Teatro Bernardim Ribeiro acolheu uma nova apresentação de Auto da Barca do Inferno , texto maior do dramaturgo quinhentista Gil Vicente. Sob encenação de António Pires e interpretação da companhia Teatro do Bairro, esta produção — em circulação desde 2004 — demonstra de forma clara como um clássico pode permanecer vivo quando abordado com inteligência cénica, rigor técnico e uma sensibilidade contemporânea capaz de dialogar com os público
13 de mar.3 min de leitura

















